Transmissão
Automático, automatizado ou CVT?
Entenda as diferenças entre os tipos de câmbio automático e como cada um pede cuidados específicos de manutenção.

Resposta curta
O câmbio automático tradicional usa conversor de torque e engrenagens planetárias. O automatizado é um câmbio manual com embreagem acionada por atuadores. O CVT troca as marchas fixas por polias e uma correia ou corrente. Cada um pede fluido, intervalo e diagnóstico próprios.
Os tipos de câmbio automático
Câmbio automático virou nome genérico, mas por baixo existem projetos bem diferentes. Tratar todos iguais, com o mesmo fluido, o mesmo intervalo e o mesmo diagnóstico, é um erro comum.
Automático (conversor de torque)
É o clássico: conversor de torque, planetárias, corpo de válvulas. Robusto quando bem cuidado, exigente com a qualidade e o prazo do ATF. A ZasCar revisa conversores de torque desde 2009.
Automatizado
Na prática é um câmbio manual com atuadores. A embreagem ainda existe. Tranco em subida, cheiro de embreagem e dificuldade de sair são sintomas típicos. A manutenção mistura lógica de automático com peças de embreagem, e o diagnóstico precisa enxergar os dois lados.
CVT
Correia ou corrente e polias variáveis. Não tem marcha no sentido clássico. O fluido é específico e o intervalo costuma ser mais curto do que o dono imagina. Patinação, gemido e perda de desempenho pedem avaliação imediata, porque CVT negligenciado encarece rápido.
Não sabe qual câmbio o seu carro tem?
A ZasCar trabalha com transmissão automática e automatizada de veículos nacionais e importados. Se você não tem certeza de qual câmbio o seu carro leva, fale com a oficina pelo WhatsApp (61) 99555-2541: identificamos o tipo e indicamos o cuidado certo.


